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Beto Guerreiro
Temos medo de morar aqui
De ficar ou de fugir
Precisamos muito de um herói
Um xerife ou um cowboy
Alguém tem que vir nos libertar
Retomar o nosso lar
O vilão se estalou aqui
Seguindo-se o inimigo
A cidade é dominada por maldoques
Um bandido, um canalha, um escroque
Roubam nossas mulheres
Jogam as nossas banheiras
Ficam com nosso dinheiro
E maldramam o trateio
Nós, que medo que nós temos de Maldock
Maldock
A cidade há pouco tempo atrás
Era um símbolo da paz
Desde o dia em que ele aqui chegou
A Mata-tem-teu
Mas e o xerife?
Se demitiu
Outro xerife nem assumiu
Teve um xerife que amarelou
E outro xerife que se borrou
Mais dois xerifes que desistiram
Três outros que até hoje sumiram
Mas outros seis que não aguentaram
E outros sete que nem chegaram
Peso muito para chegar
O remento que vai nos salvar
Qual é a saída? Tem que haver um jeito
Eu queria tanto ser de novo reeleito
Põe as suas barbas de molho, seu prefeito
Ninguém tem coragem de enfrentar esse sujeito
Mais um xerife a falecer
E esse emprego quem vai querer?
Mais um defunto
Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah
Quando eu te vi pela primeira vez e parou
Quando o teu olhar com o meu cruzou
Pela primeira vez
Quando o teu olhar com o meu cruzou
Quando o teu olhar cruzou com o meu