João Bosco
D, Dm, G, Gm
Quando ele nasceu foi no sufoco gente, tinha uma vaca, um burro e um louco que recebeu
Quando ele nasceu foi de tenhoso, com a manha e a barba do tinhoso.
Chuvia canivete, quando ele nasceu, nasceu de birra.
Barro ao invés de incenso e mira, cordão cortado com gilete, gilete, gilete, gilete.
Quando ele nasceu, sacaram o berro, meteram faca, ergueram ferro, aí o Chum falou, ninguém
se mete.
Ninguém se mete, ninguém se mete.
Quando ele nasceu, tomaram cana, um partideiro puxou o samba, aí o Chum falou, esse aí
promete.
Promete Oxum, Oxum falou, esse aí promete.
Promete Oxum, Oxum falou, esse aí, esse aí, esse aí, ah!
Roncou, roncou, roncou de raiva acúmica, roncou de fome
Alguém mandou, mandou parar a acúmica, é coisa dos homens
Roncou, roncou, roncou de raiva acúmica, roncou de fome
Alguém mandou, mandou parar a acúmica, é coisa dos homens
A raiva dá pra parar, pra interromper A fome não dá pra interromper
A raiva e a fome é coisa dos homens A fome tem que ter raiva pra interromper
A raiva e a fome de interromper A fome e a raiva é coisa dos homens
Isso é coisa dos homens É coisa dos homens
A raiva e a fome Mexendo a cuíca
Vai ter que roncar
A raiva dá pra parar, pra interromper A fome não dá
pra interromper a raiva e a fome, é coisa dos homens
a fome tem que ter raiva pra interromper
a raiva e a fome tem que interromper
a fome e a raiva é coisa dos homens
isso é coisa dos homens
é coisa dos homens
a raiva e a fome
mexendo a cruz
vai ter que roncar
Olho, olho, olho que não sei compadá.
Tiru, tiru, olho, olho.
Olho, olho, olho que não sei compadá.
Tiru, tiru, tiru, olho que não sei compadá.