Abel Garcia
A, B, Bm, Db, Dbm, E, Gbm
Quando as lanças das estrelas cortaram os céus
Que constelação se desenhou
Quando a lua tão miúda uivou pra você
Que emoção se esboçou
Já ouvi dizerem que a noite tem uma voz
Dos loucos que cantam sobre dois sóis
De vez em quando, de vez em quando sou assim
Como o vento soprando flores carmin
Assim como o céu desenhado, estrelas vêm dançar
E o fazem em plena sinfonia No concerto do luar
Os astros se entrelaçam E rimam sua poesia
O vento canta, melodiando o cor Um azul marinho, timbrando o esplendor
De vez em quando, de vez em quando soa mais
Mais que um delírio, mais que um barulho fugaz
De vez em quando, de vez em quando soa sim
De vez em quando
De vez em quando